O surgimento de regulamentações cibernéticas
Os governos e reguladores estão respondendo com novas regulamentações de resiliência cibernética, garantindo que as empresas e seus líderes sejam responsáveis e priorizem o investimento em uma ampla gama de medidas de resiliência cibernética. Muitas organizações se enquadram no escopo das novas regulamentações, e agora é o momento de agir para garantir que elas se recuperem de interrupções e mantenham a conformidade onde quer que operem.
A abordagem integrada da Kyndryl em cibersegurança e resiliência, combinada com nossas décadas de experiência na modernização e no gerenciamento de sistemas de missão crítica do mundo, pode ajudar você a atender aos requisitos de conformidade e a proteger seus sistemas.
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A abordagem integrada da Kyndryl para cibersegurança e resiliência por meio de políticas como código ajuda as empresas a atender e superar seus requisitos de conformidade, além de protegerem sistemas de missão crítica.
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Em resposta às crescentes ameaças cibernéticas, alguns governos estão adotando novas estruturas regulatórias para reforçar a segurança das empresas. Esses regulamentos estabelecem uma estrutura padronizada para a cibersegurança e a proteção de dados. Exigindo que as empresas adotem medidas robustas de segurança e resiliência e gerenciem os riscos cibernéticos de forma eficaz, as regulamentações de cibersegurança ajudam a mitigar o potencial de perdas e interrupções financeiras importantes.
Embora muito disso possa soar como senso comum, isso não revela os imensos desafios que as empresas globais enfrentam enquanto buscam cumprir novas regulamentações — especialmente quando elas existem em todo o mundo como uma colcha de retalhos que não combinam um com o outro.
À medida que governos e órgãos reguladores começam a debater, adotar e aplicar novas regulamentações de resiliência cibernética, as empresas são cada vez mais obrigadas a priorizar os gastos com cibersegurança e resiliência. Isso está transformando a questão em uma das principais áreas de atenção entre os líderes corporativos de tecnologia e as diretorias às quais se reportam.
As empresas que trabalham proativamente para se antecipar às novas regulamentações vão melhorar a postura geral de segurança, reduzindo a probabilidade de sofrer violações de dados e ciberataques. Isso servirá para aumentar a confiança e a reputação entre os stakeholders, promovendo relacionamentos mais fortes com clientes e parceiros. Além disso, cumprir os requisitos de conformidade também proporciona uma vantagem competitiva e demonstra compromisso com a segurança cibernética e a proteção de dados.
Américas
2024, Canadá: a OSFI publicará as diretrizes finais do E-21 - Resiliência operacional e gerenciamento de riscos operacionais
2024, no Brasil: Introdução do Projeto de Lei de Regulamentação de Cibersegurança e da Autoridade de Cibersegurança
2025, no Canadá: Reguladores aplicarão a C-26 - Lei de Proteção de Sistemas Cibernéticos Críticos
Ásia
2024, Singapura: uma expectativa sobre o texto final das emendas à Lei de Cibersegurança.
2024, Índia: expectativa de que a Lei da Índia Digital avance (incluindo requisitos cibernéticos); também, na Austrália, há expectativa de que os reguladores se movimentem para fortalecer as regulamentações existentes, com foco em infraestrutura crítica.
2025, Japão: espera-se que a Agência Digital proponha um projeto de regulamentação cibernética, especialmente quanto a relatórios de incidentes.
Europa
2024, UE: há a expectativa de que os seguintes itens sejam finalizados: os padrões técnicos regulatórios para a DORA; os detalhes técnicos de gerenciamento de riscos para o NIS2; a Lei de Resiliência Cibernética para produtos conectados; uma emenda à Lei de Cibersegurança para Certificação de Serviços Gerenciados de Segurança; e a Lei de Solidariedade Cibernética para criar um framework de resposta cibernética em toda a UE.
2024, na União Europeia: Estados membros aplicam a NIS2
2025, UE: as ESAs aplicam a DORA; e no Reino Unido, o Bank of England, a FCA e a PRA aplicam os requisitos de Terceiros Críticos para o Setor de Serviços Financeiros, bem como os requisitos de Resiliência Operacional e de Testes.
2025, Reino Unido: a expectativa de uma nova legislação para atualizar os regulamentos da NIS para incluir MSPs.